segunda-feira, 11 de julho de 2011

Falta de higiene bucal pode afetar fertilidade feminina

Um estudo da Austrália sugere que problemas de saúde bucal podem afetar a fertilidade feminina.

 
A pesquisa da Universidade do Oeste da Austrália indica que uma higiene bucal precária é tão ruim para a fertilidade de uma mulher quanto a obesidade, fazendo com que elas demorem em média dois meses a mais para engravidar.
Os cientistas apresentaram a pesquisa em uma conferência sobre fertilidade na Suécia. Segundo os pesquisadores, mulheres com gengivas doentes precisaram de sete meses para conceber, comparados com o prazo considerado normal, de cinco meses.
De acordo com os pesquisadores, a causa pode estar ligada à doença periodontal, caracterizada por inflamação na gengiva. Se esta não for tratada, poderá desencadear uma série de reações capazes de prejudicar o funcionamento normal do corpo.
A doença periodontal já foi ligada a doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e aborto, além de baixa qualidade do esperma em homens.
“Até agora não existiam estudos publicados que investigavam se a doença nas gengivas pode afetar as chances de uma mulher conceber. Este é o primeiro relatório que sugere que a doença na gengiva pode ser um dos vários fatores a serem modificados para a mulher elevar as chances de uma gravidez”, afirmou Roger Hart, professor líder da pesquisa.

Inflamação
O estudo da Universidade do Oeste da Austrália contou com a participação de mais de 3.500 mulheres.
Aquelas com problemas de gengiva apresentaram níveis elevados de marcadores para inflamação no sangue.
De acordo com o líder da pesquisa, Roger Hart, mulheres que estão tentando ter um filho agora precisam passar antes no dentista além de parar de fumar, beber, manter um peso saudável e tomar suplementos de ácido fólico.
“É bom senso aconselhar a mulher a ter certeza de que está saudável se ela quer tentar ter um filho”, disse o especialista britânico em fertilidade Allan Pacey. 
Fonte: Folha de São Paulo

A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE ORAL NO CONDICIONAMENTO FÍSICO





Para que uma pessoa goze de boa saúde geral é fundamental que ela mantenha dentes 

e gengivas saudáveis. Para um atleta profissional, a saúde bucal poderá assumir 
contornos decisivos no seu condicionamento, rendimento e recuperação. 
A diminuição do estado clínico provocada por doenças orais manifesta-se também 
nos atletas amadores.


Você que treina, frequenta uma academia ou pratica atividades físicas, deve submeter-se a uma avaliação odontológica e acompanhamento profissional. Uma visita ao Dentista poderá melhorar o seu desempenho e a sua qualidade 
de vida.


Veja no quadro abaixo exemplos de comprometimento causado pelas 
doenças bucais mais frequentes:


DOENÇA                                                  RENDIMENTO FÍSICO
Inflamação Gengival
MENOS   10%
Abcesso Dental
MENOS   17%
Respiração Bucal
MENOS   21%


Quando uma pessoa tem algum problema na boca ela leva até duas 
vezes mais tempo para se recuperar, pois o sistema de defesa do 
organismo ficará dividido entre a doença da boca e a lesão física.


CONSEQUÊNCIAS DAS DOENÇAS BUCAIS
  • Perda do desempenho e, consequentemente, do rendimento
  • Maior predisposição para contrair lesões físicas
  • Dificuldade agravada para a recuperação de lesões físicas
  • Diminuição da capacidade aeróbica
  • Estafa e fadiga precoce
  • Subaproveitamento dos alimentos ingeridos
  • Queda da auto-estima
A boca é uma engrenagem e com a ausência de um ou mais dentes 
ela não vai funcionar direito. Além das dificuldades estéticas, 
de mastigação e digestão, isto poderá gerar problemas na ATM 
(articulação têmporo-mandibular), dores de cabeça e nas costas. 
A perda precoce dos dentes ou seu mau posicionamento poderão 
acarretar deficiência no desenvolvimento dos maxilares, respiração 
pela boca e outros problemas.


O dente pode matar - Além de debilitar o organismo, dentes 
 acometidos por cárie ou gengivas inflamadas podem causar 
problemas no estômago, rins e intestino, diminuindo consideravelmente a resistência da pessoa.


O descuido com os dentes e a gengiva podem levar a doenças sérias, 
como a endocardite bacteriana. A endocardite é uma gravíssima 
infecção causada por bactérias que, circulando pela corrente sanguínea, 
podem se alojar nas válvulas do coração. Estima-se que 40% das 
endocardites têm origem em focos orais. Dentes cariados, abcessos e inflamações gengivais funcionam como porta de entrada para estas bactérias.


Pessoas com Periodontite (inflamação gengival grave) apresentam 
risco aumentado de enfarte do miocárdio e doenças cardiovasculares. 
Para mulheres grávidas, a doença apresenta um risco mais alto de 
terem bebês prematuros com baixo peso no nascimento.


COMO PREVENIR
Uma boa saúde oral exige hábitos saudáveis e cuidados diários. 
Cada pessoa tem uma susceptibilidade própria, uma maior ou 
menor resistência a estas doenças. O diagnóstico é fundamentado 
no risco à doença e o tratamento centrado no equilíbrio dos fatores determinantes da doença:
  • O controle da placa bacteriana a partir de uma higiene adequada;
  • O controle da dieta alimentar e os cuidados na ingestão do açúcar;
  • A utilização rotineira do flúor;
  • A consulta periódica com o Dentista (em média, de 6 em 6 meses).
Protetores Bucais – Algumas modalidades como o boxe e as lutas 
 marciais, roguebi ou hóquei, poderão provocar com maior frequência traumatismos nos dentes, maxilares ou na ATM. Para prevenir tais 
situações, existem diferentes tipos de protectores bucais. O uso de tais dispositivos é recomendado, uma vez que os traumatismos resultantes da prática de desporto são a terceira causa de atendimento hospitalar de 
traumas da face.


Vale o dito popular: “A saúde começa pela boca”. E nunca é demais 
lembrar: escove os dentes após as refeições, use o fio dental, faça uma alimentação equilibrada e visite regularmente o seu dentista.


Leia mais sobre Medicina Dentária Desportiva em http://www.omd.pt/ ,http://www.comiteolimpicoportugal.pt/ e http://www.odontologia.com.br/ .


Um corpo bonito e “sarado” fica bem melhor vestido com um belo sorriso. Pratique saúde oral.

domingo, 10 de julho de 2011

Gravidez e problemas dentários

Má higiene bucal pode causar parto prematuro e nascimento de bebês abaixo do peso.

A cada 10 gestantes atendidas no Hospital e Maternidade Interlagos, na capital paulista, oito apresentam algum tipo de problema bucal, como gengivite, cárie ou placa bacteriana.
É o que aponta um balanço da Secretaria de Estado da Saúde com base nos dados de atendimentos pré-natais feitos durante o ano pelo programa “Boca Saudável, Gravidez Saudável”, do hospital.
Segundo estimativa do programa, 7% das pacientes examinadas têm problemas mais graves, como o granuloma (espécie edema que se forma na gengiva).
O chefe do Serviço de Odontologia da Maternidade Interlagos, Francisco Barata Ribeiro, alerta que a higiene bucal mal feita pode ser uma das causas de partos prematuros e do nascimento de bebês com baixo peso, dentre outros problemas.
“As mudanças hormonais que ocorrem na mulher nesse período fazem com que ela fique mais propensa a problemas bucais. Por isso, a atenção deve ser redobrada em toda a gravidez, principalmente a partir do segundo trimestre”, recomenda Ribeiro.
Introduzido na maternidade em 2003, o serviço de acompanhamento odontológico de gestantes examina cerca de 400 mães por ano, dentro do cronograma do pré-natal. São realizadas até quatro consultas diárias, e as pacientes que têm algum problema passam por tratamento durante a internação.
“Boca Saudável, Gravidez Saudável” também realiza oficinas para grupos de gestantes, que são orientadas sobre como cuidar da saúde bucal em casa.

Cinco dicas essenciais para manter a boa saúde bucal na gravidez:
  • Substitua alimentos ricos em carboidratos e açúcares por frutas e vegetais
  • Reforce a ingestão de vitaminas B, C e cálcio
  • Após vômito por enjoo, faça bochecho com água oxigenada ou algum antiácido antes de escovar os dentes
  • Reforce a escovação e o uso do fio dental
  • Aumente a frequência de consultas ao dentista. 

Fonte: estadão.com.br

Substância na língua gera mau hálito e pode indicar doenças mais graves

O uso regular de um raspador de língua permite controlar a saburra e higienizar o hálito.

Saburra é uma substância viscosa e geralmente esbranquiçada ou amarelada que adere ao dorso da língua e equivale a uma placa bacteriana lingual. Na saburra, os principais micro-organismos existentes são do tipo anaeróbios proteolíticos, que produzem componentes de odor desagradável na boca, gerando mau hálito.
A saburra também pode ser um indicativo de doenças mais graves, como a icterícia, a escarlatina e a cianótica, que é uma deficiência grave do complexo B, entre outras enfermidades. Daí a importância de consultar um odontologista holístico a cada seis meses ou quando notar sinais de saburra lingual em seu organismo.
O exame pormenorizado da língua deve observar tamanho, forma, mobilidade, coloração, saburra, umidade, pápulas, simetria e outras manifestações linguais — destaca o cirurgião-dentista Cícero Lascala.
O controle da saburra lingual passa por procedimentos semelhantes aos da escovação dos dentes, devendo o paciente usar um raspador de língua, também conhecido como higienizador ou limpador de língua, a cada refeição e cuidar de seu processo digestivo, mastigando bem os alimentos, pois problemas digestivos podem fazer com que a língua fique mais saburrosa e acumule placa bacteriana.
A forma de utilizar o raspador de língua de maneira correta é usá-lo delicadamente sem fazer muita pressão e parar logo que não houver mais vestígio de saburra. O uso de fio dental complementa a higienização da boca, eliminando os restos alimentares entre os dentes e o resultado final são gengivas sadias, dentes protegidos contra as cáries e um hálito fresco e sem bactérias.
Fonte: Zero Hora

Suco de laranja pode prejudicar esmalte dos dentes

Não é só a laranja a vilã do esmalte dos dentes. Na verdade sucos de frutas ácidas como limão, por exemplo, também fazem a desmineralização dental.



Contudo, uma pesquisa recente da Universidade de Rochester, em Nova York, comprovou que o consumo do suco de laranja é mais prejudicial para o esmalte dos dentes do que o clareamento feito com peróxido de hidrogênio, um dos agentes oxidantes mais utilizados no processo de branqueamento dental.
Apesar de seguro, o clareamento pode provocar, em alguns casos, sensibilidade nos dentes e irritações na gengiva, as quais são passageiras.
Não é só a laranja a vilã do esmalte dos dentes. Na verdade sucos de frutas ácidas como limão, por exemplo, também fazem a desmineralização dental.
Na pesquisa americana que comparou os efeitos do peróxido de hidrogênio a 6% e do suco de laranja sobre o esmalte dos dentes, ficou concluído que o esmalte em contato com o suco, 20 minutos diários, durante cinco dias, apresenta uma redução de 84% na dureza superficial e o aumento significativo da textura, criando rugosidade e asperezas. Já as superfícies expostas ao gel clareador, pelo mesmo período, não mostraram alterações significativas. Resumindo, o suco de laranja provoca uma corrosão química destruidora do esmalte, claro que se ingerido em excesso, durante cinco dias e em contato com os dentes durante 20 minutos.
Contudo, o conselho dos especialistas ao escolher o suco, é preferir os menos ácidos, ou, pelo menos, variar.
Fonte: Universal Dental

Gestantes devem redobrar cuidados com doenças bucais

A alteração de hábitos alimentares pode levar ao agravamento ou aparecimento de doenças bucais como periodontite, que causam mau-hálito, pus, amolecimento e mudança na posição dos dentes.

Segundo Dr. Eduardo Rollo Duarte, dentista e periodontista especialista em próteses, as gestantes devem redobrar os cuidados com a higiene bucal. “O acúmulo da placa bacteriana é responsável pelo aumento de cáries e gengivites, essas infecções podem elevar as chances de um parto prematuro”. Inflamações bucais levam o corpo a produzir substâncias que podem causar contrações no útero o que pode antecipar o nascimento do bebê.
A alteração hormonal durante a gravidez altera as fibras da gengiva, o que pode facilitar o acesso das bactérias que provocam a gengivite. Para evitar a inflação alguns cuidados devem ser tomados.

Cuidados com a odontologia da mulher
  • Controle da gengiva – a partir da puberdade. As alterações hormonais que ocorrem na mulher podem provocar a gengivite pós-puberal ou gengivite da puberdade.
  • Controle da gengiva em grávidas. Muito se fala sobre os cuidados que a mulher grávida deve ter com os dentes para prevenir a cárie. O que pouco se explica é que as alterações hormonais durante a gravidez podem provocar a gengivite gravídica ou da gravidez, que traz sequelas para a gengiva e para o osso periodontal, com reabsorção óssea irreversível, alterações estéticas e funcionais. “Este tipo de inflamação pode provocar o nascimento pré-maturo e de baixo peso do bebê”, explica Dr. Eduardo.
  • É ideal que toda mulher em idade fértil consulte seu ginecologista, mas também um dentista periodontista, pois se ela tiver gengivite, corre o risco de ter a gengivite exacerbada durante a gravidez, podendo gerar bebê prematuro e de baixo peso.
  • Problemas relacionados a distúrbios do sono devem ser alvo de cuidados especiais tanto em homens quanto em mulheres. As visitas ao dentista devem ser regulares, além da preocupação com a ingestão de alimentos e qualidade de vida.
  • Além disso, os cuidados básicos não podem ser esquecidos: escovação dos dentes após as refeições; uso de fio dental; de enxaguatório bucal, que ajudam na diminuição de bactérias.
  • Ingestão de alimentos balanceados, que contenham vitamina B e cálcio.
  • Evitar ingestão de alimentos com alto índice de carboidratos, dar preferência para frutas e vegetais.

Escova de dente e limpador lingual

Umidade e calor são condições ideais para o crescimento das bactérias.

Para a sua escova de dente e limpador de língua isso pode ser fatal. O ideal é guardar no armário do banheiro ou em um estojo próprio – devidamente limpos após o uso. Apesar disso, a população não cultiva o hábito de higienizar esses recursos com regularidade.
“Se não for feita a higienização correta da escova após o uso, ela se torna propícia à multiplicação das bactérias naturalmente presentes na boca e que, durante a escovação, alojam-se nas cerdas”, explicou o professor Paulo Nelson Filho, da Forp, à Agência USP de Notícias.
As bactérias da boca são capazes de viver até 24 horas entre as cerdas das escovas e nas ranhuras dos limpadores linguais.
Ele explica que, na boca, se encontram cerca de 900 espécies de bactérias, capazes de viver até 24 horas entre as cerdas das escovas dentais. Os micro-organismos se multiplicam e tornam a entrar em contato com a boca na próxima escovação, o que aumenta a probabilidade de recontaminação da boca. 
Cabe reiterar que além das bacterias – vírus e fungos habitam a cavidade bucal e participam desse processo de trocas com as escovas e limpadores linguais – aumentando os riscos a saúde.
Para o pesquisador, a higienização da escova dental deve compor a rotina das pessoas. “Assim como ninguém reutiliza fio dental ou veste a mesma roupa por dias seguidos, a desinfecção desses itens é um hábito de higiene pessoal que deve ser adquirido”, completa o especialista.
Apesar de não existirem estudos comparativos entre indivíduos que desinfetam suas escovas e aqueles que as guardam sem qualquer procedimento higiênico, Nelson Filho afirma que já foram detectados casos de pacientes cuja incidência de lesões na mucosa diminuiu depois de adotado o hábito de higienização. 
Para a higiene das escovas e de outros recursos de uso prolongado, o professor da FORP recomenda a utilização de agentes antimicrobianos disponíveis no mercado (como enxaguantes bucais), acondicionados pelo próprio paciente em frascos de plástico ou vidro, em forma de spray. O produto deve ser borrifado nas cerdas e na cabeça da escova uma vez ao dia, após a escovação noturna. 
O professor complementa, ainda, que o próprio creme dental pode colaborar para a higienização da escova e essa é mais uma importante justificativa para a inclusão desse complemento na higiene bucal.
Além disso, o usuário deve estar atento para a higienização em água corrente e secagem antes da próxima escovação. “Depois do uso, deve-se bater o cabo da escova na pia, para eliminar o excesso de água, mas nunca secá-la em toalha de banho ou rosto”, aponta o estudioso.
Em relação ao armazenamento, o professor aponta que a escova não deve ficar sobre a pia. “O banheiro é o local mais contaminado de uma casa. Temos pesquisas que comprovam a presença de coliformes fecais alojados em escovas, em função das descargas e da proximidade com o vaso sanitário.
Recentemente o mercado brasileiro passou a disponibilizar – especialmente para pessoas hospitalizadas e em condições precárias de saúde – de escovas  e recursos descartáveis, e outros passíveis de esterilização – caso dos modelos comercializados pela TePe. Isso pode fazer enorme diferença na vida de pacientes hospitalizados e cooperar com a recuperação dos mesmos.
 Rodrigo Guerreiro Bueno de Moraes
Cirurgião-Dentista. Mestre em Odontologia pela Universidade Paulista.  Membro da Sociedade Brasileira de Periodontia e da American Academy of Periodontology . Consultor técnico da TePe.
*Com informações da Agência USP de Notícias. 
Fonte: Blog Adoro Sorrir

Quando a criança deve começar consultar ao ortodontista?


Uma consulta ao ortodontista quando a criança está com sete anos de idade é muito importante, pois pode prevenir muitos problemas.

 
Nesta idade, a criança está na fase definida como dentição mista – quando os dentes permanentes estão começando a nascer. Mas o mais importante é verificar a fase de troca dos dentes, pois pode haver variação na idade.
Nessa consulta, o ortodontista verificará como está a troca dos dentes, qual é o tipo facial da criança e como será seu crescimento, a mordida, o relacionamento das arcadas, de forma a detectar se há alguma alteração e se haverá a necessidade de fazer exames radiográficos.
As radiografias são fundamentais, pois mostram se o paciente apresenta todos os dentes, se a ordem de erupção está adequada e se há espaço para todos os dentes.
Fazer uma radiografia panorâmica, aquela que mostra todos os dentes, no início da dentição mista, é como fazer uma ecografia quando se está grávida, uma vez que se consegue ”enxergar” o que está acontecendo no interior dos maxilares. Com isso, o ortodontista tem recursos seguros para orientar os pais em relação ao futuro da dentição de seus filhos.
Consultar um profissional da área não implica necessariamente que a criança deverá usar aparelho naquele momento, visto que, muitas vezes, a melhor opção é a supervisão continuada, com consultas periódicas para acompanhar o crescimento da face e a troca dos dentes.
É importante lembrar que em casos onde se verificam alguns problemas como mordida cruzada ou aberta, falta de espaço para a erupção dos dentes permanentes ou discrepância no crescimento dos maxilares, é indicada uma ”intervenção” ortodôntica. O tratamento geralmente é realizado em períodos e com vários tipos de aparelhos, de acordo com o diagnóstico e a idade do paciente.
 
Fonte: Crosp

Má higiene bucal e pacientes com doenças infecciosas

Má higiene bucal é causa de 90% dos atendimentos aos pacientes com doenças infecciosas. Os dados são do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

 
Um levantamento realizado pelo Instituto de Infectologia Emílio Ribas, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, apontou que 90% dos seus atendimentos odontológicos são referentes à falta de higiene bucal. O Instituto atende pacientes com doenças infecciosas e parasitárias, como Aids, leptospirose, tuberculose, entre outras.
A rotina desses pacientes requer muitos cuidados médicos. Para os portadores do vírus da Aids, por exemplo, os cuidados odontológicos vão além da prevenção de cáries, conforme depoimento à Agência Fapesp da cirurgiã-dentista do Instituto, Eliana Moutinho. ”Devido à imunidade frágil do paciente, em pouco tempo uma simples gengivite pode evoluir facilmente para uma periodontite”.
Ela ainda informa que devido ao vírus, uma infecção causada por bactérias bucais podem até provocar uma insuficiência cardíaca nos pacientes soropositivos. Segundo Eliana, para os portadores da Aids as consultas odontológicas devem ser feitas a cada três meses.
Fonte: Odonto 1

sábado, 9 de julho de 2011

Ações em atendimento preventivo.


Todos os procedimentos em Odontologia Preventiva, tem como objetivo a manutenção da saúde bucal através de ações simples e de fácil aprendizado pelo paciente. A intenção é instruir o paciente de maneira direta através de material didático, audiovisuais e treinamento em consultório das técnicas de escovação e uso correto do fio dental, bem como orientar quanto a necessidade de outros tratamentos como ortodontia, proteção esportiva e demais especialidades odontológicas.

Uma vez consciente e treinado sobre como cuidar de sua saúde bucal, o paciente recebe outros procedimentos para proteger seus dentes contra a ação das cáries dentárias, como os selantes e aplicações de fluoretos, de acordo com cada caso.Todos os procedimentos são supervisionados e acompanhados a cada retorno do paciente , criando um prontuário e um histórico que indicará detalhadamente quais ações deveram ser tomadas nos próximos retornos à clínica odontológica.

É então criada para cada paciente uma escala de retornos com o número ideal de meses para retorno e como motivação adicional uma escala de bônus especiais e acumulativos é criada como um estímulo adicional ao retorno programado. Cada paciente necessita de cuidados individualizados e só com esse acompanhamento longitudinal o sucesso em prevenção pode ser atingido. 

Sorriso masculino


Dessa vez, a gente procurou muito e encontramos um homem com um belo sorriso: o ator espanhol Mark Consuelos.
Fica a nossa dica: porque será que está difícil encontrar sorrisos masculinos assim tão bem cuidados como o do Mark?
Homens!!!  Se o sorriso não está ajudando muito, pode estar na hora de fazer uma visitinha ao seu dentista, afinal, um clareamento pode fazer uma diferença e tanto.


O beijo na boca pode causar doenças bucais?


É preciso ter cuidado, principalmente quando muitas bocas entram em cena.

Uma música muito popular no carnaval já anuncia a moda entre os jovens na festa mais popular do Brasil. “Eu quero mais é beijar na boca, E ser feliz daqui pra frente… pra sempre” na própria letra da musica tem a seguinte citação: "Já me livrei daquela vida tão vulgar, me vacinei de tudo que podia me pegar." Será mesmo que estamos vacinados contra os males que podem ser provocados por um beijo na boca?

Que o beijo na boca é algo bom, ninguém questiona. Mas, em apenas um beijo, duas pessoas trocam em média 250 tipos diferentes bactérias e podem transmitir ou contrair doenças perigosas. “Na saliva trocada durante a intimidade há bactérias e vírus causadores de doença. 
Esses males bucais não são determinados apenas pela presença de microorganismos nativos ou transmitidos. Outras doenças mais agudas podem se desenvolver pouco tempo após a transmissão bacteriana e viral que ocorre através do beijo: faringite, laringite, amigdalite, herpes labial, mononucleose, hepatites A e B, HPV, meningite, candidíase, gripe, tuberculose, sífilis, dentre outras.”, alerta a mestre e doutora em odontologia, Dra. Maristela Lobo.

O perigo se torna iminente a partir do momento em que o beijo, uma intimidade entre casal, se torna moda e muitas bocas entram em cena em períodos curtos. Em baladas durante o ano todo e no carnaval de rua e micaretas, quem costuma freqüentar sabe muito bem como é comum a “beijação” indisciplinada, sem reservas e sem muito critério de seleção. “É importante considerar que, no carnaval, as pessoas têm maior susceptibilidade a doenças, podem estar com imunidade baixa e não realizam os cuidados de higiene oral como o fazem no cotidiano. Dessa forma, haverá mais propensão à gengivite e as outras doenças, potencializada pela transmissão de bactérias através do beijo.”, destaca a também especialista em periodontia.

Mesmo os casais que estão juntos há algum tempo devem tomar alguns cuidados importantes. “Se o marido tem doença periodontal (que vai desde a gengivite até a periodontite, que é a perda óssea ao redor de um dente), e freqüentemente beija a sua esposa, a transmissão bacteriana é continua e se torna nociva. Por exemplo: se a esposa está fazendo tratamento periodontal e o marido não está, ele vai estar recontaminando essa esposa através do beijo, o que pode dificultar o controle da infecção durante o tratamento periodontal dela. O ideal é que a família toda passe em consulta e, se necessário, seja tratada em conjunto.”

A especialista destaca que pessoas com feridas nos lábios, mau hálito, dentes mal cuidados e sangramento gengival devem evitar o beijo até que os tratamentos adequados sejam realizados. “Outra dúvida muito comum é se o beijo pode transmitir a AIDS. A saliva não transmite o vírus; mas, se o beijo acontece entre duas pessoas que têm gengivite, ou qualquer outro ferimento na boca, o HIV pode penetrar na corrente sanguínea. Se houver troca de sangue durante o beijo, se estabelece o risco de transmissão.”, alerta ela.

Mas, antes de curtir as delícias do beijo, o melhor é se prevenir de qualquer doença bucal indo com freqüência ao dentista e mantendo a boca saudável e livre de bactérias, através de adequada higiene bucal. “Essa higiene bucal mecânica, realizada com fio e escova dentais, é a única capaz de desorganizar e destruir as colônias de bactérias (placa bacteriana), que causam as doenças bucais. Todos podem se divertir. Porém, é necessário ter bom senso.”, finaliza
Dra. Maristela Lobo. www.maristelalobo.com.br

Cuidados bucais interferem na qualidade de vida na terceira idade


Até mesmo doenças estomacais podem estar relacionadas à falta de dentes, alerta especialista da Simplan Implante Dentário 

Já se foi o tempo que ultrapassar os sessenta anos era sinônimo de uma vida inativa. Hoje, a terceira idade marca presença em todos os cantos da cidade em diversas atividades. A aposentadoria e/ou saída de casa dos filhos crescidos dão o espaço que esses milhões de brasileiros precisavam para se cuidar cada vez mais e prolongar os anos de vida. No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a expectativa de vida dos brasileiros saltou de 69 para 72 anos em 10 anos.

Mas como viver mais e com qualidade de vida? Um bom começo é cuidar da saúde física e mental, mas sem esquecer dos cuidados odontológicos. De acordo com o cirurgião-dentista e diretor técnico da Simplan Implante Dentário, Dr. Gabriel Lembo, os idosos, frequentemente, apresentam doenças gengivais, têm cáries e problemas nas raízes dos dentes. E, não raro, ausência total ou parcial dos dentes, o que causa desconforto estético e também prejudica o organismo como um todo.

“Para fugir das cáries e doenças gengivais, a melhor medida é visitar regularmente o dentista, utilizar creme dental com flúor e fio dental a cada refeição e, principalmente, evitar consumo excessivo de alimentos ricos em açucares, além do tabaco. Esses cuidados certamente prolongam a vida dos dentes naturais e evitam uma possível perda de um ou mais dentes”, diz o especialista em implantes.

E se as perdas já aconteceram, a melhor medida é repor os dentes, pois, de acordo com o Dr. Gabriel Lembo, cada dente possui uma função especifica e a falta de um ou mais prejudica a mastigação e a digestão, já que os alimentos não chegam devidamente triturados ao estômago, além de ocasionar outros problemas de saúde. “Poucos imaginam, mas doenças estomacais podem estar relacionadas à falta de dentes”, afirma.

Hoje, para a reposição dos dentes existem opções, que fogem das velhas conhecidas próteses removíveis, popularmente conhecidas como dentaduras: são os implantes dentários (com prótese fixa), que facilitam a vida do paciente na hora da higienização e não têm contra-indicação. “Os implantes podem ser colocados em pacientes cardíacos ou diabéticos. Mas é importante dizer que cada caso deve ser analisado individualmente. A higienização é similar aos dentes naturais: escovação e uso de fio dental após as refeições. É uma vida normal, com boa mastigação e confiança no sorriso”.

O procedimento, segundo o Dr. Gabriel Lembo, consiste na colocação de pinos de titânio na gengiva, que são fixados no osso maxilar ou mandibular no lugar da raiz dos dentes perdidos. 

Em seguida é instalada uma coroa dentária ou uma prótese de vários dentes, conforme a necessidade do paciente, posicionadas assim no lugar dos dentes naturais.
*Dr. Gabriel Lembo, cirurgião-dentista – CRO 72396